Arquivo de dezembro \21\UTC 2009

+ REPOLH0 (mais)+

Repolho Volume 4 atinge 3.800 downloads em Senhor F Virtual
O novo disco dos chapecoenses Repolho, Vol 4, já atingiu a marca de 3.800 downloads em Senhor F Virtual. O disco foi lançado no dia 20 de outubro, em Senhor F e em outros sites do país. O fato mostra a popularidade da banda, dona de uma carreira coerente e fora dos espaços mais nobres da midia musical. E também o alcance editorial de Senhor F Virtual, que deve fechar o ano com mais de 200 mil downloads musicais. O disco foi lançado por Senhor F Discos – e também por Os Armênios e Pisces Records. (Da Redação)Baixe aqui o disco com músicas e arte.

http://www.senhorf.com.br/agencia/main.jsp?codTexto=5909

o texto acima é tirado do site senhor f que anunciou que o disco do repolho atingiu a marca de 3.800 downloads (valeu aí piazada). e o texto abaixo foi escrito pela preta sobre o show do sesc (valeu aí preta). a foto foi tirada pelo yusanã (valeu aí yusanã). tudo com letra minúscula.

Despedida de 2009

Músicas que aliam humor, crítica e ousadia. Um show sem roteiros, visual colorido e integrantes com grande poder de improviso. Tudo isso com uma pitada de diversão e desconstrução. Essa é a Banda Repolho. A maneira nada comum de tratar assuntos do dia-a-dia, assumindo a identidade local através de uma irreverência indiscutível, é o que os diferenciam e os fortalecem dentro do mundo clichê da atual música brasileira.

O público pôde prestigiar o último show do ano da Banda Repolho no dia 06/12 no Teatro do SESC em Chapecó/SC. Uma apresentação em que não existe o certo ou errado, pois nada se atém a um roteiro predeterminado. Até mesmo a ordem das canções é decidida quando se está em cima do palco. Essas mudanças momentâneas e a escassez de regras a serem seguidas tornam cada show um evento único. Padrões são quebrados, estereótipos deixados de lado, e a forma de pensar e fazer música é vista a partir de outros olhares.

Há uma imensa dificuldade para definir suas canções dentro de um gênero. O estilo é próprio, é único, é, simplesmente, o estilo Repolho. Ritmos se misturam a todo instante e, muitas vezes, aparecem dentro de uma mesma canção que, no final, parece ser duas ou três músicas. Essa miscelânea de informações desperta a curiosidade e chama a atenção do público. Afinal, assim como a vida, nesse show nada é previsível.

Não há como falar em melhores fórmulas para ter uma banda, fazer uma apresentação, criar uma faixa ou um álbum. Para a Banda Repolho, a maior fonte de referências é a criatividade e o cotidiano na cidade. Nesse caso, tratando-se especificamente de Chapecó que, diga-se de passagem, é a maior musa inspiradora da banda.

A melhor “fórmula” é aquela que ainda não foi feita. Aquela que ninguém inventou e que não vem embalada ou acompanhada de um manual de instruções, mas sim, a que se diferencia conciliando o prazer de fazer música com a inspiração e a alegria que isso proporciona, tanto para quem produz, quanto para quem recebe.

Transformar a realidade em letras e melodias, e, na maioria das vezes, brincando com as peculiaridades regionais, é o que torna a Banda Repolho um grande nome do cenário musical do Sul do país. Provando que quando se faz algo com amor e dedicação, seja profissionalmente ou pessoalmente, o resultado é positivo e satisfatório.

Elisangela T. Meneghini 

“Polêmica” na lista

Esse texto saiu hoje no Clic RBS, falando sobre a lista do Senhor F.

http://www.clicrbs.com.br/blog/

“Como a época é de balanço, o site Senhor F fez valer sua importância na divulgação do rock independente nacional e elencou os 25 mais importantes discos do segmento nesta ainda inacabada década. Um compêndio sonoro elaborado pelo atento Fernando Rosa que, como ele mesmo explica, “é um mix de gosto pessoal e coletivo com importância histórica”.

Merecidamente, duas obras memoráveis geradas em Santa Catarina entraram na lista: o mítico EP d’Os Pistoleiros (2000) – “ainda hoje a mais interessante experiência do folk rock nacional moderno”, na opinião do editor – e “Repolho Vol. 2” (2001), no qual os malucos de Chapecó unem “ironia, inteligência e diversão, com diversas participações especiais”.

A lista é encabeçado por “Bloco do Eu Sozinho”, do Los Hermanos, e acho que muita gente concorda. De minha parte, fico feliz de ver na lista álbuns incríveis, mas conhecidos por uma minoria, como Pelebrói Não Sei, Prot(o), Astromato e Suite Super Luxo. Mas lamento profundamente as ausências de Simetria Radial (Pipodélica), Uma Tarde na Fruteira (Júpiter Maçã), A Marcha dos Invisíveis (Terminal Guadalupe) e Clube Quente dos Sapatos Bicolores (Sapatos Bicolores).”

Lista é sempre lista. Não parei para pensar em alternativas, mas pode ter certeza que muitos discos lançados nessa década e que eu gosto também não estão na lista. Também citaria: Uma Tarde Na Fruteira” e o “Clube Quente dos Sapatos Bicolores”, “Em Amplitude Modulada do Marcelo Birck”, “Enquanto o Sono Não Vem” da Pipodélica e por aí vai. Mas é isso…

Os 25 discos da década, por Senhor F

http://www.senhorf.com.br/agencia/main.jsp?codTexto=5943

E o Repolho aparece lá com o Vol 2.

18.Repolho – Repolho 2 (Independente/2001)

 

lembrando aos que ainda não baixaram o Vol 4.

seguem os links (mais uma vez):

os armênios
 

Post do Pirata Feliz.

Esses dias coloquei um post aqui falando sobre o lance do mininova.org que tinha sido fechado. Não sei porque cargas d’agua aconteceu, mas deu pau no texto. Repito-o-o aqui com mais dois links de discussões sobre esse mesmo assunto, ou variações sobre um mesmo tema (Felipe Dylan e seu dylemas) como diria Humberto Messenger. Nunca se discutiu tanto os rumos e caminhos da indústria da música (cultural de uma forma geral) Ou seja onde essa merda toda vai parar.

Dois textos bem legais:

http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/reportagem-pirataria-digital/

http://revistamovinup.blogspot.com/2008/06/o-fim-do-mundo-como-o-conhecemos-e-o.html

Texto anteriorque tinha dado pane.

A burrice consiste em jogar contra.

Não tem mais volta. Todo mundo sabe disso. Até uma criança de 02 anos sabe que caiu na rede é peixe. Mas os donos da indústria do entretenimento insistem em prorrogar o inevitável: que o conhecimento e a cultura na internet nasceu para ser gratuita.

Desde que surgiu o Napster (primeiro caso) compartilhando arquivos, a indústria tenta anular/processar/punir um sem numero de sites que compartilham informações culturais gratuitamente. Não se faz isso pra ganhar dinheiro, e sim para enriquecer culturalmente. Não tem como tentar impedir. Se proibir aqui surge algo ali e as coisas vão se ramificando e criando vida na internete. O proibido vai ser mais divertido sempre.

A cada semana algum site é ameaçado e no dia seguinte surgem novas alternativas. A mais recente é a tentativa de bloquear o conteúdo do site Mininova. E conforme o título deste post, a burrice consiste em jogar contra. Temos que pensar alternativas para lidar com isso tudo. Se a industria quer ganhar dinheiro tem que encontrar soluções para lidar com isso tudo que se torna mais comum a cada dia. As novas gerações estão nascendo numa sociedade virtual livre e gratuita.

Na verdade a discussão é longa, mas não tenho muito mais a dizer. Abaixo alguns links que noticiaram o fato.

Saiu em toda parte:

http://br-linux.org/2009/mininova-segue-ordem-de-corte-holandesa-e-exclui-boa-parte-dos-torrents-da-sua-busca/

http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-tecnologia/site-de-torrents-mininova-encerra-suas-atividades-515102.shtml

http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1393658-6174,00-SITE+DE+TORRENTS+MININOVA+ENCERRA+SUAS+ATIVIDADES.html

fotos show Repolho no SESC.

fotos: Grau.

Não vou comentar sobre o show. a gente sempre gosta. quem foi foi, quem viu viu. e quem quiser pode comentar no espaço reservado aos comentários.

Festival Macondo Circus, em Santa Maria (RS)

http://www.macondocircus.com/2009/

http://www.senhorf.com.br/agencia/main.jsp?codTexto=5931

Repolho Volume 4 bate 3 mil downloads e consolida Senhor F Virtual

Imagina se a banda fosse boa.

http://www.senhorf.com.br/agencia/main.jsp?codTexto=5909