Arquivo de outubro \29\UTC 2009

Gru para download.

capakitchendoor

Apresentação: Recebi essa semana via e-mail o link do disco da Gabi para download.

O e-mail:

Amigos, AAAHHHH!

Toquei bateria/baixo/violão/guitarra e cantei em 8 composições próprias, gravando o disco Kitchen Door, que agora está disponível pra download (free, full, incluindo capinha) em: http://www.gabilima.com/mp3/kitchendoor.html

O disco também teve a participação do Lulu Camargo nos teclados da música All This Time, e de um monte de gente legal cantando na faixa de abertura Saturday Morning Hope que foi mixada pelo John (Pato Fu).

Espero que fiquem tão empolgados quanto eu 🙂

Se gostarem, passem adiante 😉 the music lives! Gabi GRU Lima

Continuação da aparesentação: Conheci-a-a pessoalmente no casamento do Érico e Marcela (amigos comuns) e sabia que ela tocava e fotografava e que desempenhava um série de funções. Gostei da proposta musical e resolvi divulgar aqui no blog o link para download.

http://www.gabilima.com/mp3/kitchendoor.html

Mais do que isso propus umas perguntas para que fossem respondidas a fim de que as pessoas conhecessem um pouco mais desse universo nomeado Gru.

As explicações vem abaixo numa entrevista rápida e por e-mail.

Roberto > O que é Gru?

Gabi – O errante, do Sérgio Aragonés. Meu apelido no segundo grau e meu nick no IRC. De Groo foi pra Gru, pra não dar problema que nem o J Quest… muito popular que eu sou. Se bem que já tem um rapper da Sérvia com esse nome, e pela cara dele acho q ele vai me bater. foda-se, vai que ele morre até eu fazer sucesso! Mas enfim, já tive várias bandas, e nome de banda sempre muda quando muda a banda… então resolvi assumir um nome que fosse eu, independente de quem toque junto. Ficou Gru.

Roberto > Porque gravar um disco sozinha?

Gabi – Por que botar o pé esquerdo logo depois do direito? porque é o jeito! e o jeito que eu sei como. Eu já tinha o arranjo de todas as minhas músicas feitas pros instrumentos que sei tocar… fui lá, toquei e gravei. Ficou exatamente como eu imaginava hehe

Roberto > Porque tu toca todos os instrumentos?

Gabi – Porque eu sou foda pacaralho. Ou eu amo tanto música q eu toco tudo sem admitir que sou muito ruim!!

Roberto > O que tu gosta de ouvir?

Gabi – Muita coisa diferente, tenho ouvido bastante Stevie Wonder ultimamente, sou fã vitalícia e perpétua do Pato Fu e adoro tudo do Hanson! mas acho que esse disco reflete mais o rock alternativo dos anos 90 que eu muito escutei crescendo. Dinosaur Jr., Lemonheads, Everclear, Letters to Cleo, Breeders, Husker Du e o trabalho solo do Bob Mould, ou seja, todas essas coisas que são barulhentas mas sem medo de ser pop mas sem medo de serem barulhentas mas sem medo de… principalmente Buffalo Tom, que tem uma musica chamada Kitchen Door…

 Roberto > Como acontece a participação do John do Pato Fu no teu disco?

Gabi – Eu acompanho o Pato Fu sempre que posso, fotografando e filmando. Já publicaram várias fotos minhas em revistas e sites, e ano passado saiu um documentário meu no DVD deles Extra! Extra!. Já fiz também um mini-seriado da banda pra MTV, um videoclipe, mucha coisa.. e eles são pessoas criativas e independentes, e o que eu mais mantenho contato é o John, que me ajuda muito nas gravações. Ele que me ensinou a mexer no Logic, me trouxe uma placa de áudio quando o Pato Fu tocou no Japão, me ensina mt coisa sobre mixar, equalizar, gravar, cozinhar, etc. Ele me ajudou muito no processo do disco, desde eu ligar pra ele do estúdio onde tava gravando as baterias pra perguntar onde botava os overs, até mandar a mix final pra ele dizer se tava cheirando bem. Uma hora acho que ele achou tão fedida que resolveu mixar uma ele mesmo hehe foi meio que um presente, a música carro chefe do disco, Saturday Morning Hope, que tem muchas gentes, além dele, cantando no refrão. Ah, e o John e a Fernanda me deram uma guitarra de chá de panela quando eu saí da casa dos meus pais. A culpa é toda deles!

2 shows – V-Yes e Cachorro Grande.

Sempre gostei de ver bandas ao vivo. Na verdade acho que é ali que a coisa toda tem que funcionar. O disco é um aperitivo perto das possibilidades que o palco/noite/e afins pode proporcionar. Últimamente ando meio desligado, e sem vôia para freqüentar determinados lugares. E junta-se a isso uma série de fatores: a idade, a falta de saco, a fumaça de cigarro, lugares que não são adequados a apresentações artísticas, os bêbedos, e mais do que isso, lugares que não estão nem aí para qualidade artística das suas propostas noturnas. E isso pode ser reflexo do público. Ninguém sabe quem veio antes, os donos de casa noturna colocando evento ruim porque o povo gosta ou o povo gostando de evento ruim porque a única coisa que tem são eventos ruins. Chapecó (e talvez uma série de outros lugares) vive uma intensidade de eventos meia boca. Se o povo tá ouvindo o som de britadeira, eles vão colocar o som de britadeira tocando dentro dos ambientes. Tudo pra ganhar dinheiro. Mas, sendo bem sincero mais vale um som de britadeira bem tocado do que as possibilidades sonoras apresentadas pelos sertanejos universitários, pagodeiros e afins. Sem ser taxativo ou preconceituosos porque acredito que exista boa musica em qualquer estilo. Mas não dá pra agüentar essa overdose de coisa ruim.

Nesse momento é comum a predominância do saudosismo próprio da idade. Bons tempos da República (Sônia e Chicão) que viam na noite não somente a possibilidade de ganhar dinheiro, mas se divertir com coisas legais. Tu imagina que o Chicão e a Sônia conseguiram convencer os gringo grosso chapecoense a montar uma boate embaixo de um dos póints sociais e comerciais da cidade. E que hoje depois de uma série de más administrações volta a ser transformado em loja. É triste isso, mas faz parte. O objetivo do texto não era ficar se lamentando até porque já vi shows legais em cada lugar e lugar bom com cada porcaria. Mas o interessante de um show é exatamente isso. Show é show. E quem gosta paga pra ver um produto que vem de bônus todos os plus que somente um show de róque pode te possibilitar. Semana passada fui ver dois shows. O primeiro da banda V-Yes que tocou no Café Brasiliano e o segundo da Cachorro Grande que tocou no 14 Bis.

 V-Yes – O primeiro deles aconteceu num café.

v-yes

O Café Brasiliano é um exemplo de alternativa ao que está acontecendo e que eu citei acima. Idéias legais que dão certo, ganha-se dinheiro (não muito) e promove a cultura de formas interessantes. E nesse sentido o Café Brasiliano ou café do Miguel como também é conhecido tem dado o exemplo. Apesar do espaço pequeno sempre está aberto a possibilidades artísticas. Já vi apresentações de poesia, lançamentos de livro, contação de história, teatro e shows acontecendo ali. Sensacional.

E o show que fui ver na última quinta feira é da “recém” surgida banda chapecoense V-Yes. Uma banda formada dentro do curso de medicina da Unochapecó. Isso mesmo todos os integrantes são acadêmicos do curso e conseguem conciliar os estudos com as possibilidades de fazer música. Ao contrário do que o Umberto Gessinger proporia em termos de nome (algo do tipo os Médicos Surfistas ou Medicina do Hawai), a banda optou por um nome mais criativo: V-Yes. Que gera uma série de interpretações, as quais não vou me arriscar aqui, mas enfim… A banda tem aproximadamente seis meses e recentemente lançou algumas músicas na internete.

Confira aqui http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=94875

ou aqui http://palcomp3.com/v-yes/

O show foi mesclando músicas próprias e músicas que fazem parte do universo de referências musicais da banda. Aí é que acredito ser o maio problema (na minha avaliação) que não gosto de muitas coisas propostas pela banda. As próprias músicas deles refletem um pouco isso que as referências representam. Acredito que misturam coisas dispares e que não sei se cabem num mesmo universo, talvez até caibam… Mas por não termos o costume de ouvir isso dessa forma acaba soando estranho. Fora essas observações inicias, a banda é legal e os guris tocam bem e cantam muito bem. Quando eu digo isso, de cantar bem, acredito que seja uma virtude tão importante a ser destacada e ao mesmo tempo tão escassa no cenário musical brasileiro. Músicos em geral que tocam bem, é mais fácil de encontrar do que vocalistas que tenham voz e personalidade. Como um dos focos da banda é essa mistura de MPB com rock esse fator é importante. Acredito que a banda esteja vivendo um processo de amadurecimento, e percebe-se duas vertentes muito fortes dos seus principais fundadores e compositores. Um o Tiago Flores é mais focado no rock inglês e bandas novas dentro desse universo (a exemplo de um estilo que ele já tocava na sua antiga banda Reticentes) e o outro, João Lajus é mais focado na MPB com propostas rítmicas abrasileradas. Na verdade é essa mistura acaba se tornando a grande característica do som da V-Yes. A banda é formada ainda por Leonardo Carbonera (Teclados e Voz) e Ronaldo Oliveira (Violão e Guitarra) e Rafa (bateria). O show aconteceu as sete horas da noite e reuniu um público legal e interessado na proposta. Cantando junto não somente nos covers, mas também nas músicas próprias. Além das músicas que estão no Ep eles tocaram músicas novas. E isso é legal perceber que eles estão se mexendo para mostrar algo. Mas muito mais legal do que ficar perdendo tempo lendo esse texto, o conselho é, ouça as músicas. Já citei os links acima, onde as músicas estão disponíveis. O meu destaque vai pra música “Pra onde é que foi” que ao meu ver equilibra tudo isso de forma muito legal. Uma baita composição de melodia fácil e letra legal. Tem tudo pra virar hit.

O segundo show (que eu fui ver na semana passada) foi da banda Cachorro Grande

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Pela septuagésima quinta vez a Cachorro Grande vem tocar em Chapecó. Não acho isso ruim, pelo contrário é uma oportunidade das pessoas de ver um dos melhores shows de rock nacional e acompanhar a trajetória da banda. Das duas últimas vezes que eles vieram acabei não indo no show por motivos exclusos a minha vontade, mas gosto de vê-los ao vivo. Já vi a cachorrada em vários momentos e situações e gosto de acompanhar esses processos evolutivos (inicio de carreira, meio de carreira abrindo pra banda grande (Oasis e Supergrass – que eu vi), ou fechando para banda pequena). E a constatação é que sempre foram shows divertidíssimos. Um dos últimos que tinha visto era do lançamento da turnê do disco anterior e achei eles meio cansados (ou eles ou eu). Coisa que não aconteceu no show de sábado passado, lançamento do seu mais novo cd intitulado “Cinema”. O show começou num pique desgraçado e foi assim até o final. Na verdade aqui em Chapecó eles sempre fizeram shows memoráveis e esse pode ser considerado um deles. Apesar de não achar o mais recente disco o melhor disco da carreira deles, é fácil identificar um processo evolutivo musical muito legal. A concepção musical que eles vem trabalhando é fácil de perceber. Esse disco novo apresenta perspectivas calcadas nas bandas inglesas da década de 90 que revigoram o rock inglês modernizando as perspectivas musicais. E nesse sentido o disco está mais pra Oasis do que para Stone Roses. As músicas estão mais consistente sonoramente. Os espaços preenchidos com sonoridades, ambiências e a psicodelia come solta. Tudo isso possibilitado graças a uma produção mais caprichada. E sim, tem grandes músicas que vão se incorporando a outras grandes canções que formam um repertório de show digno de qualquer mega banda.

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O show aqui em Chapecó foi isso. Algumas músicas novas e aquela lenha de sempre com as músicas velhas. Improvisos mil e situações mais “fru fru” pras meninas cantar junto (tem isso no disco novo). E a grande sacada da banda talvez seja esse equilíbrio entre o que é mais foda musicalmente e o que é mais light pra tocar na rádio (que não deixa de ter seus encantos). Um equilíbrio de informações necessárias para se manter na mídia e garantir a pisada. A grande novidade do show é o Beto Bruno tocando guitarra em algumas músicas o que acaba contribuindo para parede sonora e ruidosa que a banda propõe. Aquilo que no disco é mais light no palco sempre potencializa. Gosto de ver como determinadas composições se comportam ao vivo. Pena que não possamos ouvir o disco todo.

O nome dado ao disco, Cinema, é meio óbvio. Se observarmos a carreira da banda fica claro perceber que o lado cinematográfico sempre esteve presente nos clipes, mas também em algumas performances ao vivo que eu poderia me referir simplesmente como coisa de cinema. Sempre ressaltando que o Cachorro Grande é uma banda que consegue se manter dentro desse cenário medíocre da música nacional de uma forma digna. E que tudo isso que hoje eles desfrutam foi construído a base de muito trabalho e organização. Que sirva de exemplo de como uma banda deve ser gerenciada. Mesmo com todas as amarras que o mainstream proporciona. É legal perceber que ele tem certa liberdade e lidam bem com isso. No show de Chapecó diversas músicas mais clássicas dos primeiros discos foram executadas para delírio dos fãs que acompanham a trajetórias da banda de perto. Uma delas resgatada do primeiro disco: Fantasmas. Segundo Beto Bruno, um presente para o público chapecoense pela persistência e fidelidade (tinham várias pessoas que viram o primeiro show da Cachorro Grande em Chapecó há seis anos atrás). Com tantos elogios a cidade, fica fácil perceber que eles se sentem a vontade quando tocam em Chapecó e o público responde bem a proposta da banda. Certa vez conversava com o Beto Bruno e ele disse que fora as principais capitais o lugar que ele mais tocaram foi Chapecó. Eu lógico me sinto um pouco parte disso tudo (sem maiores pretensões) já que a primeira vez que eles tocaram em Chapecó foi na festa do programa Agito com Balalau que eu tinha na Rádio Atlântida. Um programa que durou três meses, mas que conseguiu em pouco tempo propor coisa legais. Gostaria de aproveitar os instantes finais do texto e sugerir ao Ilmo sr. Prefeito para que na próxima vez que o Cachorro Grande tocar em Chapecó (ou seja daqui uns três meses) seja feita uma cerimônia para repassar a eles a chave da cidade e um certificado de cidadão chapecoense.

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Link para baixar as versões x-clusiva-va-va-vas do Cachorro Grande no programa. Tenho gravado a entrevista que rolou na época, se eu achar disponibilizo numa próxima ocasião.

http://www.megaupload.com/?d=2ENWZ93O

4 queijos

4 Queijos na Unoweb.tv

por enquanto só na Uno – canal 15 (em breve na web)

Assistam! Todos os dias.

Horários: 13 hrs, 19 hrs e 23 hrs.

Apresentados por:

Roberto Panarotto

André Timm

Hilário Jr.

Érico Assis

+ Repolho Na WEBE…

Saiu no Blog do Jean Mafra.

Sempre exagerado. He he Mas é legal porque é um blog e concordamos com a tua opinião.

http://jeanmafra.blogspot.com/2009/10/repolho.html

Entrevista Senhor F.

Não perca tempo lendo (he he) é uma saraivada de idéias estapafúrdias. Quase um Monty Phyton. Nos entrevistamos a nós mesmos.

http://www.senhorf.com.br/agencia/main.jsp?codTexto=5888

No site da marquise 51

Marquise 51. Grande produtora de show, eventos, gravadora entre outros. Valeu aí pela força.

http://marquise51.blogspot.com/2009/10/banda-repolho-lanca-volume-4.html

SE VOCÊ AINDA NÃO BAIXOU O NOVO DISCO DO REPOLHO. LINKS LOGO ABAIXO!

  • Os Armênios
  • Senhor F
  • Pisces Records
  • Turnê de Velório – em breve numa funerária perto de você.

    michael jackson

    Michael Jackson = Leon Kompowsky

    E o assunto do dia é: Michael Jackson. Ué, mas ele não morreu??? Poizantão, alguns dizem que ele já estava morto há muito mais tempo. Outros dizem que mataram ele e outros vão dizer que ele está junto com o Elvis o Raul e o Airton Sena. A verdade é que nunca vamos saber a verdade verdadeira sobre isso tudo que aconteceu. Mas papo vai, papo vem e no fim das contas o assunto do momento acaba sempre sendo o mesmo. Até porque o Michael Jackson não é um ser humano, e muito menos um alienígena, ele é um produto. Pensando enquanto produto é lógico que a mídia encontra algo que possa ser comentado, discutidos, dissecado tudo ao deleite dos curiosos de plantão.

    Nesse sentido, sei que é só a mídia apontar o dedo pro outro lado e o assunto muda. Mas lógico que quando se tem uma grande quantidade de pessoas interessadas em falar dele é porque tem uma grande quantidade de pessoas interessadas em algo mais do que manter a imagem a fama e a fortu… ops… eis o ponto essencial da coisa toda. Todo mundo tem que tirar uma lasquinha. Mesmo depois de morto e podre o produto tem que render.

    Já fiz essa piada algumas vezes quando morre alguém famoso. De que as pessoas deveriam organizar uma turnê de velórios. É simples, pega-se o corpo da vítima, congela pra não feder mais do que o necessário e sai em turnê pelas cidades do mundo mostrando o morto. Cobra ingresso, vende cerveja e pipoca e reúne uma cambada de urubu chorando as pitangas. Ia ser puro dinheiro, o povo adorar ver essas bizzzarrrrices ao vivo e como diria filósofa Pitty “o importante é ser você mesmo que seja bizzzzarrro bizzzarrro bizzzarrro”. Na medida que a turnê vai avançando dá pra sugerir uma descongeladinha aqui e outra ali para que as pessoas percebam o corpo apodrecendo. Poderiam criar um site de relacionamentos, onde os fãs postam fotos da decomposição do morto na medida que a turnê vai evoluindo. Ou então um sistema de webcam transmitindo de dentro do caixão em tempo real. Sensacional. Deveria patentear a idéia. A notícia triste é que eu deveria ter patenteado isso há anos atrás, porque a grande novidade do mercado é que tudo isso agora está ao seu alcance, nas melhores funerárias do ramo.

    Esses tempos vi um anúncio de uma funerária que fazia velório pela internete para que os parentes distantes não precisassem se deslocar até o funeral. Que coisa linda né gente??? Maravilhas de um mundo moderno e globalizado.

    incidente em anteres

    Incidente em Antares

    Como eu falei a piada é velha, mas o efeito dela estamos sentindo nos dias atuais. Agora eu acho que entendi o verdadeiro sentido da expressão “não se brinca com coisa séria”. Porque ao brincar tu acaba dando idéias para as pessoas. Haja visto o que foi o velório do Michal Jackson (olha ele aí de novo) transmitido ao vivo para o mundo todo. Nossa, mas foi tãããão bunito né… os amigos, os parentes, os filhos da puta, as puta e todo mundo presente (menos ele, ao que tudo indica nem o velório de corpo presente tinha o corpo presente) para se despedir dele. Olhando assim dá a impressão que as pessoas perderam a noção do ridículo. Na verdade eu acho que elas nunca tiveram, o problema é que hoje tudo está tão evidente que não tem como não reparar.

    Lógico que isso tudo me faz lembrar uma celebre “cena” de um dos livros mais legais do Érico Veríssimo chamado Incidente em Antares (tem o seriado também) onde a mãe morta volta e encontra as filhas brigando pelos seus restos mortais. Além de engraçadissíma a situação está cada dia mais comum. Como diria a minha vó quando era viva (sim porque hoje ela fica no canto da sala fazendo uuuuuuuu): não se respeitam mais nem os mortos.

    Ainda em tempo, uma das melhores brincadeiras com o Michael Jackson está no primeiro episódio da terceira temporada dos Simpsons. Onde aparece ele, o Michael Jackson num hospício. É sensacional a forma com que eles utilizaram para descrever a bizarrice e loucura (quase que literalmente) que foi a vida dele. A dublagem foi feita pelo próprio Michael Jackson. Conforme informações do site: http://pt.simpsons.wikia.com/wiki/Michael_Jackson. E com isso eu só posso dizer uma coisa: morte longa ao rei do pop.

    Compre o boneco do Michael Jackson – Leon Kompowsky:

    http://www.tpf.com.au/thesimpsons/

    Veja o vídeo:

    http://www.youtube.com/watch?v=UFwxbidteQQ&feature=player_embedded

    http://www.youtube.com/watch?v=bquftgUEVH0&feature=fvw

    Programações legais no SESC Chapecó

    WORKSHOP POÉTICA DA CANÇÃO

    LEANDRO MAIA

    O escritor Henrique Autran Dourado afirma que o conceito de canção popular, no Brasil, confunde-se com o próprio conceito de música popular.

    O “Workshop”, aqui proposto é uma atividade de  três horas de duração que  possibilita  um  encontro  dinâmico  e  participativo.  Caracteriza-se  como  um  mini-curso,  de  nível mais  elementar,  não  necessitando  experiência  prévia  dos  participantes.

    Voltada à apreciação musical, ao desenvolvimento da percepção e ao estabelecimento de parâmetros de entendimento da música. O oficinando terá a oportunidade de conhecer a canção por dentro, relacionando-a a outros fenômenos e áreas artísticas.  Em eventos de formação de professores e educadores sociais a aprendizagem sobre a canção é associada à prática  musical  em  sala  de  aula,  mediação  de  conflitos  culturais,  bem  como  ao entendimento da criação cultural dos educandos.

    São abordadas questões como  mestiçagem  e  identidade(s)  brasileira(s),  além  da  compreensão  da  relação  letra-música  e  um  panorama  comparativo  entre  culturas  e  épocas.  Caracteriza-se por  intensa dinâmica e encantamento por parte do público e é realizada no formato “um banquinho, um violão, um notebook e um projetor”.

     LOCAL: TEATRO DO SESC (Rua Brasília, 475 – Jardim Itália, Chapecó)

    DIA: 24 de outubro de 2009 (sábado)- 14 horas

     INSCRIÇÕES GRATUITAS NO SESC – CHAPECÓ

     Dia 25 (domingo) – SHOW  “ PALAVREIO” 19 horas.          (maiores informações 3322 2636)

    02m

    + Repolho (vol 4) na internete

    Saiu aqui no blog Direto de Outro Mundo

    não consegui descobrir quem é que escreve, mas ele disse que: “o Repolho é umas das maiores benções da música barriga-verde, precursora das canções autorais em Santa Catarina e até pioneira do que chamei lá na primeira linha de rock catarinense.”

    Confira aqui matéria completa:

    http://diretodeoutromundo.wordpress.com/

      e aqui: Trabalho Sujo

    Alexandre Matias falou que é um dos melhores discos de 2009. Tá lá é só conferir. Acesse logo antes que ele se arrependa. Já tem gente xingando ele nos comentários. He he

    http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/category/paranoia

     Saiu no Peru  (e não é Sadia).

    O cara disse que a gente é country. Confira logo abaixo.

    :: Bonus :: Repolho

    Ayer nos enteramos por la web de los amigos de Os Armenios que la banda Repolho (una de las más respetadas en la escena independiente brasilera) está publicando su reciente compilatorio “Volume 4” en formato de libre descarga digital. Este álbum pertenece a la serie de recopilatorios que conforman una suerte de antología grabada antes de que la banda llegue a su fin (el Vol. 1, 2 y 3 están disponibles sólo en CD y vinilo) presentando en esta ocasión rarezas, relecturas de tracks previamente publicados, performances en vivo y demás material inédito que aún manifiesta su interés por conjugar el lado más “country” de la escena brasilera con los constantes cambios traídos por la tecnología, lo cual derivó que su peculiar estilo sea conocido como “colonagem cibernética”. Pueden encontrar más información de la banda visitando las páginas de Os Armênios, Senhor F y Pisces Records, donde pueden descargar totalmente gratis “Volume 4”.

    http://www.sad-bastard-music.com/

      Avaliação dos Armênios

    “Terça e quarta foram os dias de maior acesso de toda a história d’Os Armênios (3 anos e meio de site). Foram um pouco mais de 500 IPs diferentes além da nossa média diária. Nossos 1300 acessos (aproximados) saltaram para 1800 (!!!). \o/
    Têmo contente que nem pinto no lixo.” Rodrigo Garras.

     

    Avaliação do Senhor F

    “Tá ótimo. Por aqui, já temos quase 400 downloads, o que é uma bela marca pra dois dias… vou publicar a entrevista no final de semana. deixei passar uns dias pra ter outro gancho de divulgação, e-mails, twiitter etc, e a própria revista… valeu a parceria. E o disco tá muito bom mesmo… falamos bastante de vocês hoje num pós-show do wander, numa mesa de bar.” abs, Fernando Rosa.